UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
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DISCIPLINAS
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CÓDIGO
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NOME
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Metodologias
de Pesquisa e Educação Infantil
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CARGA
HORÁRIA
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CRÉDITOS
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ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
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ANO
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T
|
P
|
E
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TOTAL
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34
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EMENTA / OBJETIVOS
|
Método científico e pesquisa em
educação. Abordagens qualitativas e quantitativas: características, limites e
possibilidades. Pesquisas no campo da educação infantil: principais
tendências ao longo da história e cenário atual. Pesquisa com crianças: metodologias
investigativas. Relação entre pesquisa e prática docente na educação
infantil: Problematização e implementação de ações pedagógicas a partir da
observação, do registro, do planejamento e da avaliação sobre a prática
educativa e pedagógica na educação infantil.
|
METODOLOGIA
|
Participação em grupo de
estudos
Pesquisa e produção das referências
teóricas
Análise dos dados empíricos
Produção monográfica
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
A definição do objeto de
pesquisa: qual a pergunta?
- A escolha das estratégias,
instrumentos e formas de registro a serem utilizadas para responder a
pergunta formulada;
- A organização e a análise
das informações obtidas;
- A redação da monografia:
estrutura, redação, referências bibliográfica
|
BIBLIOGRAFIA
ANDERY, M.A. et
all. Para compreender a ciência. Uma perspectiva
histórica. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: EDUC, 2002.
ANDRÉ,
M. E. D. A. Etnografia da prática escolar. Campinas, SP: Papirus,
1995.
BOGDAN,
R.; BIKLEN, S. Investigação
Qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto:
Porto Editora, 1994.
BONDIOLI,
A. (Org.) O tempo no cotidiano
infantil: perspectiva de pesquisa e estudo de caso. São Paulo: Cortez,
2004.
CAMPOS, M. M. e
CRUZ, S.H. Consulta sobre qualidade na
Educação Infantil: o que pensam e querem os sujeitos desse direito. São
Paulo: Cortez, 2006.
CAMPOS, M.,
FÜLLGRAF, J. & WIGGERS, V. Qualidade
na educação infantil: alguns resultados de pesquisa. Brasília: UNESCO,
2004.
CHIZZOTTI,
A.. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1995.
CRUZ, S. H. V. A criança fala: a escuta de crianças
FARIA,
A. L.; DEMARTINI, Z. de B. F.; PRADO, P. D. (orgs.) Por uma cultura da infância: metodologia de pesquisa com
crianças. Campinas: Autores Associados, 2002.
FAZENDA,
Ivani (org); Antonio Joaquim Severino .(et AL) Novos enfoques da pesquisa
educacional. São Paulo: Cortez, 1992.
FILHO,
J. C. S. Pesquisa educacional: quantidade-qualidade. São Paulo:
Cortez, 1995.
GAMBOA,
S. S. Pesquisa em educação: métodos e epistemologias. Chapecó: Argos,
2007.
KRAMER, S. Autoria
e autorização: questões éticas na pesquisa com crianças. Cadernos de Pesquisa, Julho 2002, nº 116, p.41-59.
Kramer, Sonia & LEITE,
Maria Isabel (org). Infância: fios e desafios da pesquisa. São Paulo:
Papirus, 2003.
MINAYO, M. C. de
Souza (org). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1994.
MULLER, F. e
CARVALHO, A.M.A. (orgs). Teoria e
prática na pesquisa com crianças: diálogos com William Corsaro. São
Paulo: Cortez, 2009.
Análise Crítica da Prática Pedagógica - ACPP
BARBOSA,
M. C. (coord). Práticas cotidianas na educação infantil -
bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Projeto de
cooperação técnica MEC e UFRGS para construção de orientações curriculares
para a educação. MEC/SEB. 2009.
BONDIOLI,
A. (Org). O Projeto Pedagógico da
creche e a sua avaliação: a
qualidade negociada. Campinas-SP: Autores Associados, 2004.
SACRISTAN,
J. G. & GOMEZ, A.I. P. Compreender
e transformar o ensino. Porto Alegre.
4a ed., ArtMed, 1998.
SANTOS, G. C. Roteiro para elaboração de
Memorial. Campinas: Unicamp, 2005. http://eprints.rclis.org/bitstream/10760/12895/1/Gill_Memorial.pdf . (Acesso em 09
mar. 2011).
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SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
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DISCIPLINAS
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||
CÓDIGO
|
NOME
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|
Seminários
de Pesquisa e Oficinas
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CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
17
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Seminários: Atividades coletivas, envolvendo
cursistas, tutores e coordenadores dos sete polos, e multidisciplinares, com
foco em temáticas de interesse comuns que visam debater e problematizar
questões relacionadas às práticas docentes na educação infantil, bem como
estabelecer diálogo com teóricos da Pedagogia, da Educação Infantil e das
ciências relacionadas ao campo da Educação Infantil e da Infância. O
componente ocorre em Salvador.
Oficinas: Atividades de natureza
prática que visam subsidiar os docentes cursistas para o uso da biblioteca,
dos equipamentos e mídias eletrônicas e das novas tecnologias da informação,
assim como para a escrita e leitura de textos acadêmicos.
|
METODOLOGIA
|
- Leitura
e discussão de textos escritos e
audiovisuais
- Grupo de
estudos
-
Desenvolvimento de uma mini - investigação utilizando procedimento de
estudo de caso
- Escuta
e registro das falas e produções das crianças
-
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Método científico e pesquisa
em educação.
- Abordagens qualitativas e quantitativas:
características, limites e possibilidades.
- Pesquisa em Educação Infantil: principais
tendências ao longo da história e cenário atual.
- Investigação na EI: a criança como
protagonista.
- Ética e pesquisa.
|
BIBLIOGRAFIA
ANDERY, Maria Amália et all. Para compreender a ciência. Uma
perspectiva histórica. Rio de Janeiro: Espaço e
Tempo; São Paulo: EDUC, 2002.
ANDRÉ, Marli Eliza Dalmazo Afonso de. Etnografia da prática escolar.
Campinas, SP:
Papirus, 1995.
BOGDAN, Robert; BIKLEN,
Sari. Investigação
Qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos métodos.
Porto: Porto Editora, 1994. BONDIOLI, Ana (Org.) O tempo no cotidiano
infantil: perspectiva de pesquisa e estudo
de caso. São Paulo: Cortez, 2004.
CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo:
Cortez, 1995.
CRUZ, Silvia H. V. A criança fala: a escuta de crianças em pesquisas.
São Paulo: Cortez, 2008.
FAZENDA, Ivani (org); Antonio Joaquim Severino .(et AL) Novos enfoques
da pesquisa educacional. São Paulo:
Cortez, 1992.
FARIA, Ana Lúcia Goulart et all. Por uma cultura da Infância:
metodologias de pesquisa com crianças. Campinas:
Autores Associados, 2002.
FILHO, José Camilo dos Santos. Pesquisa educacional:
quantidade-qualidade. São Paulo: Cortez, 1995.
KRAMER, Sonia & LEITE, Maria Isabel (org). Infância: fios e
desafios da pesquisa. São Paulo: Papirus, 2003.
GAMBOA, Silvio Sánchez. Pesquisa em educação: métodos e epistemologias.
Chapecó: Argos, 2007.
CAMPOS, Maria Malta, FÜLLGRAF, Jodete e WIGGERS, Verena. Qualidade na
educação infantil: alguns
resultados de pesquisa. Brasília: UNESCO, 2004.
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SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
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||
CÓDIGO
|
NOME
|
|
Análise
Crítica da Prática Pedagógica – ACPP
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CARGA
HORÁRIA
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CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
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ANO
|
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T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
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68
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EMENTA / OBJETIVOS
|
Estudo sobre o exercício
profissional. Registro da experiência docente (elaboração e reescrita de
Memorial). Problematização a partir do Memorial, com vistas à reflexão sobre
as identidades pessoais, profissionais e institucionais de creches e
pré-escolas. Subsídios para a definição do objeto de investigação, dos
instrumentos metodológicos e das formas de registro reflexivo para a
elaboração de Plano de Ação Pedagógica e, posteriormente, de Trabalho
Monográfico de Conclusão de Curso. Memória, história de vida e pesquisa:
articulação entre teoria e prática. Organização e análise dos registros.
Ressignificação e reinvenção do trabalho docente na educação infantil:
desdobramentos e resultados e apresentação de práticas referendadas. Espaço
de socialização das Ações Pedagógicas e dos Trabalhos Monográficos de Final
de Curso. Sendo assim, esse componente será diluído em encontros ao longo do
curso.
|
METODOLOGIA
|
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Participação em grupo de
estudos
Pesquisa e produção das referências
teóricas
Análise dos dados empíricos
Produção monográfica
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Definição do gênero textual
memorial com reelaboração e reescrita
Epistemologias ligadas à
pesquisa na Educação Infantil e suas implicações no processo
ensino-aprendizagem e constituição identitária dos sujeitos da educação
Práticas referendadas –
definição e produção de atividades que ressignifiquem
o trabalho docente na educação infantil: desdobramentos e resultados
Definição
e elaboração de Plano de Ação Pedagógica: objeto de investigação,
instrumentos metodológicos e formas de registro reflexivo.
A definição do objeto de
pesquisa:
- A escolha das estratégias,
instrumentos e formas de registro a serem utilizadas para responder a
pergunta formulada;
- A organização e a análise
das informações obtidas;
- A redação da monografia: estrutura,
redação, referências bibliográficas.
Socialização
das Ações Pedagógicas e dos Trabalhos Monográficos de Final de Curso.
|
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA,
M. C. (coord). Práticas cotidianas na educação infantil -
bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Projeto de
cooperação técnica MEC e UFRGS para construção de orientações curriculares
para a educação. MEC/SEB. 2009.
BONDIOLI,
A. (Org). O Projeto Pedagógico da
creche e a sua avaliação: a
qualidade negociada. Campinas-SP: Autores Associados, 2004.
SACRISTAN,
J. G. & GOMEZ, A.I. P. Compreender
e transformar o ensino. Porto Alegre.
4a ed., ArtMed, 1998.
SANTOS, G. C. Roteiro para elaboração de
Memorial. Campinas: Unicamp, 2005. http://eprints.rclis.org/bitstream/10760/12895/1/Gill_Memorial.pdf . (Acesso em 09
mar. 2011).
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
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DISCIPLINAS
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CÓDIGO
|
NOME
|
|
Palavra
Dita e Escrita – Oficina
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CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
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TOTAL
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||||||
17
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|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Consubstanciada numa prática lúdica,
pensada na
perspectiva da fluência e desinibição do ato de escrever que resulte no
incentivo à escrita acadêmica, desenvolvida sob o mote: Festa
da Palavra Dita e Escrita, a Oficina proporcionará a discussão de tópicos
relacionados à língua portuguesa, com a intenção de subsidiar as produções
textuais dos professores-cursistas, despertando o interesse e o prazer pela
escrita, tem como objeto de estudo a palavra escrita, com acréscimo daquela
característica que a constitui na sua especificidade: uma prática
metalinguística, em suas diversas dimensões, já que se tomará a escrita, da
sua história a seus usos e funções, para se tecer considerações com ela, sobre
ela, em si. É na fundamental interlocução oralidade-escrita que a palavra
dita ganhará espaço.
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
As contribuições de Piaget, Vigotsky e Wallon e suas implicações para a educação da criança em creches e pré-escolas, no âmbito de:
- interações sociais;
- brincadeira; linguagem;
- formação de conceitos;
- moralidade infantil;
- afetividade e emoção.
|
BIBLIOGRAFIA
BAPTISTA,
M.C. A linguagem escrita e o direito à
educação na primeira infância.
Anais do I Seminário Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo
Horizonte, Faculdade de Educação-UFMG, 2010.
CORSINO, P. A brincadeira com as palavras e
as palavras como brincadeira. In: CORSINO, P. (org). Educação Infantil: cotidiano e políticas. Campinas: SP: Autores
Associados, 2009, p.49-68.
CORSINO,
P. Infância e linguagem em Walter Benjamin. In: SOUZA, S. J. e KRAMER, S. (orgs). Política,
cidade, educação: itinerários de Walter Benjamin. Rio de Janeiro:
Editora PUC-Rio e Contraponto, 2009, p.219-242.
CORSINO,
P. Literatura na educação infantil: possibilidades e ampliações. In: PAIVA,
MACIEL, COSSON (coord). Literatura: ensino fundamental /
Coleção Explorando o Ensino; v. 20. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Básica, 2010.
GOULART, A.G.F.; MELLO, S.A.M. (orgs..) O
mundo da escrita no universo da pequena infância. Campinas/SP:
Autores Associados, 2004.
GOULART, C.
Alfabetização e letramento: os processos e o lugar da literatura. In: PAIVA,
MARTINS, PAULINO, CORRÊA,VERSIANI (orgs). Literatura: saberes em movimento. Belo Horizonte: CEALE,
Autêntica, 2007, p.57-68.
GOULART, C. Letramento e modos de ser letrado:
discutindo a base teórico-metodológica do estudo. 28ª Reunião Anual da
ANPED, GT 10: Alfabetização, Leitura e Escrita. Caxambu, 2005. In: www.anped.org.br
GOUVÊA, M. C. S. A criança e a linguagem. In: PAIVA, MARTINS, PAULINO, CORRÊA,VERSIANI (orgs). Literatura: saberes em movimento. Belo Horizonte:
CEALE, Autêntica, 2007, p.111-136.
GREGÓRIO FILHO, F. Práticas leitoras (de
cor...coração): algumas vivências de um contador de histórias. In: YUNES, E. Pensar a leitura: complexidade. São
Paulo: Loyola, 2002.
JOBIM E
SOUZA, S. Infância e Linguagem –
Bakhtin, Vygotsky e Benjamin. Campinas –São Paulo: Papirus, 1995.
JOBIM E SOUZA, S.
Linguagem, consciência e ideologia. In Oliveira, Zilma. A criança e seu desenvolvimento. São
Paulo: Cortez, 1995.
KAUFMAN,
A. M., RODRIGUEZ, M. E. Escola,
leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
KLEIMAN,
A. B. Os Significados do Letramento:
Uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de
Letras, 1995.
KRAMER,
S. Alfabetização, Leitura e Escrita:
Formação de professores em curso. São Paulo: Ática, 2001.
KRAMER,
S. Interregno In: KRAMER, S. Por entre
as pedras: arma e sonho na escola. São Paulo: Ática,1993.
MIGUEZ,
Fátima. Nas artes-manhas do imaginário
infantil, o lugar da literatura na sala de aula. Rio de Janeiro: Zeus,
2000.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
|
PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
|
||
CÓDIGO
|
NOME
|
|
Currículo,
Proposta Pedagógica, planejamento e organização e gestão do espaço, do tempo
e das rotinas em creches e pré-escolas.
|
||
CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
68
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Análise das tendências da organização
curricular na Educação Infantil: áreas do desenvolvimento, áreas do
conhecimento, calendário de eventos, projetos. Propostas pedagógicas: análise
de propostas municipais à luz das novas Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Infantil. Projeto político-pedagógico e seu comprometimento
com o desenvolvimento integral das crianças, com a prática inclusiva e com a
valorização da diversidade sócio-cultural no cotidiano de creches e
pré-escolas: subsídios para sua elaboração e revisão. Observação, registro,
documentação, planejamento e avaliação na Educação Infantil: questões para a
prática pedagógica. A especificidade de creches e pré-escolas no que diz
respeito a: organização e gestão do espaço (instigador, flexível,
relacional); organização e gestão do tempo (tempo individual, tempo de
relações em pequenos grupos e no coletivo - equilíbrio entre atividades mais
calmas e mais movimentadas); agrupamentos das crianças e as possibilidades de
convivência com diferentes faixas etárias; inserções e transições
(casa–escola, creche–pré-escola, pré-escola primeiro ano do Ensino
Fundamental); rotinas de atividades; movimentação e circulação em diferentes
espaços (áreas internas e ao ar livre) e diferentes propostas (movimentos
amplos, exploração de objetos, imaginação e manifestações simbólicas,
ampliação de modos de comunicação e criação de significados, expressão da
curiosidade, expansão das experiências de cultura); interrelações entre
educar e cuidar, mente-corpo/racionalidade-desejo; ações de cuidado pessoal,
auto-organização, saúde e bem-estar, alimentação, higiene, descanso;
valorização e construção da autonomia, da cooperação e da solidariedade;
valorização das produções infantis.
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Fundamentos históricos,
culturais e sociais do currículo de Educação Infantil.
Modelos e abordagens
curriculares de educação infantil: análise crítica e influências no Brasil;
Diretrizes curriculares
nacionais da educação infantil e decorrências para a prática pedagógica;
Currículo, conhecimentos,
saberes e práticas culturais na educação infantil.
Relações entre cultura,
subjetividade e currículo na educação infantil.
A criança e a indústria
cultural.
|
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE FILHO, N. F. & SCHNEIDER, O.
(orgs). Educação Física para a
Educação Infantil: conhecimento e especificidade. São Cristóvão: Editora
UFC, 2008,177-225.
ARRIBAS, T. L. et al. Educação infantil: desenvolvimento, currículo e organização escolar. 5 ed.
Porto Alegre: Artmed,
2004.
BARBOSA, M. C. (coord). Práticas
cotidianas na educação infantil - bases para a reflexão sobre as orientações
curriculares. Projeto de cooperação
técnica MEC e UFRGS para construção de orientações curriculares para a
educação. MEC/SEB. 2009.
BARBOSA, M.C. & HORN, M.G.S. Projetos pedagógicos
na Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008.
BARBOSA, M.C.S. Por Amor e por Força - Rotinas na Educação
Infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006
BASSEDAS, E.; HUGUET, T.; SOLÉ, I. Aprender e Ensinar na
Educação Infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.
BONDIOLI, A . & MANTOVANI, S. Manual de educação infantil (de
BONDIOLI, A. (Org). O Projeto Pedagógico da creche e a sua
avaliação: a qualidade negociada.
Campinas-SP: Autores Associados, 2004.
BONDIOLI, A. (Org). O tempo no cotidiano infantil: perspectivas
de pesquisas e estudos de casos.São Paulo: Cortez, 2004.
CAMPOS, M. M. A formação de professores
para crianças de
CORSINO, P. (org). Educação Infantil: cotidiano e políticas. Campinas: Autores
Associados, 2009.
DE VRIES et alli. O currículo construtivista na educação infantil: práticas e
atividades. Porto Alegre: Artmed, 2002.
DE VRIES, R. & ZAN, B. A ética na educação
infantil: o ambiente sócio-moral na escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
DIAS, F. R.S. & FARIA, V. L. Currículo na Educação
Infantil: diálogos com os demais elementos da
proposta pedagógica. São Paulo: Ática, 2011.
EDWARDS,
C., GANDINI, L. & FORMAN, G. As
cem linguagens da criança: a aborgagem de Reggio Emilia na educação da
primeira infância. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
EDWARDS, C. & GANDINI, L. Bambini: a abordagem italiana à Educação
Infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002.
FALK. Judith, Educar os três primeiros anos: a experiência de Lóczy.
Araraquara: JM Editora, 2004.
FARIA, A.L.G. O espaço físico nas
instituições de educação infantil. In: FARIA, A.L.G. & PALHARES, M. S.
(org), Educação Infantil pós- LDB:
rumos e desafios. Campinas, Ed. Autores Associados, 1999.
FREIRE, M. A paixão de conhecer o mundo. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
FREIRE, M. et alli. Avaliação e planejamento: a prática
educativa em questão. Instrumentos Metodológicos II. São Paulo: Publicação do Espaço
Pedagógico, 1997.
GOLDSCHMIED, E. & JACKSON, S.. Educação de
GUIMARÃES, D. Educação Infantil: espaços e
experiências. In: CORSINO, Patrícia (org) Educação Infantil: cotidiano e políticas. Campinas: Autores
Associados, 2009.
GUIMARÃES, D. Entre gestos e palavras: pistas para a educação das crianças de
HELM, S.B. & BENEKE, J.H. O poder dos projetos:
novas estratégias e soluções para a Educação infantil. Porto Alegre: ArtMed, 2005
HERNÁNDEZ, F.; VENTURA, M. A Organização do
Currículo por Projetos de Trabalho: O Conhecimento é um
Caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998.
HORN, Maria da Graça Souza. Sabores, Cores, Sons, Aromas: A organização
dos espaços na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2003.
KRAMER, S (org). Retratos de um desafio: crianças e adultos na Educação Infantil. São
Paulo: Ática, 2009.
KRAMER, S. (coord). Subsídios para diretrizes
curriculares nacionais para a educação básica: diretrizes curriculares
nacionais específicas para a Educação Infantil. MEC-SEB, 2009.
KRAMER, S. (coord.) Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a Educação
Infantil. 14° Edição.São Paulo: Ática, 2003.
KRAMER, S. (org). Propostas pedagógicas ou curriculares: subsídios para
uma leitura crítica. In: MOREIRA, A.F.B. (org), Curriculo:
políticas e práticas. Campinas,SP: Papirus, 1999.
KUHLMANN JR, M. Pedagogia e rotinas no
“Jardim de Infância”. In. KUHLMANN JR, M. Infância e Educação Infantil: uma abordagem histórica. Porto
Alegre: Editora Mediação, 1998,p.11-179.
LOPES, A. Educação Infantil e registro das
práticas. São Paulo: Cortez Editora, 2009.
MARANHÂO, D. G. Saúde e bem estar das crianças: uma meta para educadores infantis em
parceria com familiares e profissionais da saúde. In: Anais do I
Seminário Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo Horizonte,
Faculdade de Educação-UFMG, 2010.
MICARELLO, H. Avaliação e transições na Educação Infantil. Anais do I Seminário
Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo Horizonte, Faculdade de
Educação-UFMG, 2010.
OLIVEIRA, Z. R. O currículo na Educação Infantil: o
que propõem as novas diretrizes curriculares? Anais do I Seminário Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo
Horizonte, Faculdade de
Educação/UFMG, 2010.
OLIVEIRA-FORMOSINHO, J., KISHIMOTO, T. & PINAZZA, M.A. Pedagogia(s)
da infância: dialogando com o passado e construindo o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.
PENCE, M., DAHLBERG, G. & MOSS,
P.(orgs) Qualidade na educação da primeira infância: perspectivas pós-modernas.
Porto Alegre: Artes Médicas, 2003.
REYLY, L. Escola Inclusiva, Linguagem e Mediação.
Campinas, SP: Papirus, 2004.
TIRIBA, L. Criança, meio ambiente e
cidadania. In: Revista Brasileira de
Estudos Pedagógicos. INEP, Brasília, nº176, jan-abril 1995, p.35-50.
TIRIBA, L. As linguagens do corpo. Boletim do Salto para o Futuro, Série
Linguagem e Sentidos, Programa 1. Rio de Janeiro: TVE Brasil, TV Escola,
2001.
WEFFORT, M. F. et alli. Observação, registro reflexão. Instrumentos Metodológicos I.
São Paulo: Publicação do Espaço Pedagógico, 1996.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
|
PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
|
||
CÓDIGO
|
NOME
|
|
Brinquedos
e Brincadeiras no Cotidiano da Educação Infantil
|
||
CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
34
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
O brincar como eixo curricular e sua
prática no cotidiano da educação infantil. O brincar e suas teorias. A
brincadeira na infância diferentes abordagens: filosofia, antropologia,
psicologia e sociologia da infância. O brincar como forma própria de a criança significar e apreender o mundo.
Brincadeira e construção de conhecimento. Brincadeira como experiência de
cultura. Brincadeira e culturas infantis. Jogo, brinquedo e brincadeira:
definições e questões. A ludicidade como mediadora da ação da criança. As culturas infantis na contemporaneidade e
o repertório de brinquedos, brincadeiras e práticas lúdicas ao longo da
história. Os espaços e tempos do brincar em creches e pré-escolas.
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
O brinquedo e a brincadeira como recurso metodológico
Organização do trabalho pedagógico:
A aprendizagem das práticas
sociais, construção e ampliação do conhecimento pela criança nas creches e
pré-escolas:
Educação Infantil e diversidade
|
BIBLIOGRAFIA
BENJAMIN, W.. A criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Summus, 1984.
BORBA, A. A brincadeira como experiência de
cultura. In: CORSINO (org). Educação
Infantil: cotidiano e políticas. Campinas: SP: Autores Associados, 2009,
p.69-78.
BORBA, A. M. O brincar como um modo de ser
e estar no mundo. In: MEC/SEF. Ensino
Fundamental de Nove Anos: orientações para a inclusão das crianças de seis
anos de idade. Brasília: Ministério da Educação, 2006.
BROUGERE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1994.
BROUGERE, G. Brinquedo e companhia. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
CORSARO, W. A reprodução interpretativa do
brincar ao faz de conta das crianças. In: Educação, Sociedades & culturas. Lisboa, Afrontamento, 2002,
n. 17.
DEBORTOLI, J.A. Linguagem: marca da
presença humana no mundo. In: CARVALHO, SALLES e GUIMARÃES (org.) Desenvolvimento e Aprendizagem. Belo
Horizonte: UFMG, 2002.
DEBORTOLI, J.A. Infância e Educação
Infantil: reflexões e lições. Revista
de Educação nº 34, maio de 1998. PUC- Rio.
FERREIRA; M.. Do “avesso” do brincar ou… as
relações entre pares, as rotinas da cultura infantil e a construção da(s)
ordem(s) social(is) instituinte(s) das crianças no Jardim da Infância. In:
SARMENTO, M. & CERISARA, A. (org.) Crianças
e miúdos: perspectivas
sociopedagógicas da infância e educação. Porto: Asa, 2004
GOUVEA, M.C.S. Infância, sociedade e
cultura. In: DIAS, Fátima (org.) Aprendizagem
e desenvolvimento. Belo Horizonte: UFMG; 2002.
KISHIMOTO, T. M. (org.) Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez,
1998.
KISHIMOTO, T. M. (org.).O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira Thompson Learning,
2002.
TONUCCI, F. Com Olhos de Criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
WAJSKOP, G. Brincar na pré-escola. São Paulo: Cortez, 2001
VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente, São Paulo, Martins Fonte, 1999
VYGOTSKY, L.S. A brincadeira e o seu papel no desenvolvimento psíquico da criança.Tradução
de Zoia Prestes. Rio de Janeiro: Revista Virtual de Gestão de Iniciativas
Sociais, nº11, julho de 2008. In: http://www.ltds.ufrj.br/gis/anteriores/rvgis11.pdf.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
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DISCIPLINAS
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CÓDIGO
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NOME
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Linguagem,
Oralidade e Cultura Escrita
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CARGA
HORÁRIA
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CRÉDITOS
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ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
34
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Concepções de linguagem, relação entre
pensamento e linguagem e entre linguagem e interações. A comunicação com e
entre os bebês, e com e entre as crianças pequenas. Os adultos e as
interações verbais com as crianças: falas e escutas. As crianças pequenas e a
linguagem: ações e simbolizações. Corpo, gesto, a construção do sentido e a
aquisição da linguagem oral da criança. Relação entre oralidade e cultura
escrita. Letramento e cultura escrita. O letramento no cotidiano das crianças
pequenas: gêneros discursivos e suas apropriações. A brincadeira com as
palavras e o texto poético. Narrativas e leitura de histórias. Literatura na
Educação Infantil: da produção à recepção das crianças. O livro infantil em
creches e pré-escolas: espaços, acervos e ampliações.
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Concepções de linguagem, discurso e língua
As interações verbais entre os bebês, entre
as crianças pequenas e entre adultos e crianças: falas e escutas.
As crianças pequenas e a linguagem: ações e
simbolizações.
Processos de aquisição da linguagem oral da
criança.
Relação entre oralidade, cultura escrita e
letramento.
A brincadeira com as palavras e o texto
poético.
Literatura na Educação Infantil
|
BIBLIOGRAFIA
BAPTISTA,
M.C. A linguagem escrita e o direito à
educação na primeira infância.
Anais do I Seminário Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo
Horizonte, Faculdade de Educação-UFMG, 2010.
CORSINO, P. A brincadeira com as palavras e
as palavras como brincadeira. In: CORSINO, P. (org). Educação Infantil: cotidiano e políticas. Campinas: SP: Autores
Associados, 2009, p.49-68.
CORSINO,
P. Infância e linguagem em Walter Benjamin. In: SOUZA, S. J. e KRAMER, S. (orgs). Política,
cidade, educação: itinerários de Walter Benjamin. Rio de Janeiro:
Editora PUC-Rio e Contraponto, 2009, p.219-242.
CORSINO,
P. Literatura na educação infantil: possibilidades e ampliações. In: PAIVA,
MACIEL, COSSON (coord). Literatura: ensino fundamental /
Coleção Explorando o Ensino; v. 20. Brasília: Ministério da Educação,
Secretaria de Educação Básica, 2010.
GOULART, A.G.F.; MELLO, S.A.M. (orgs..) O
mundo da escrita no universo da pequena infância. Campinas/SP:
Autores Associados, 2004.
GOULART, C.
Alfabetização e letramento: os processos e o lugar da literatura. In: PAIVA,
MARTINS, PAULINO, CORRÊA,VERSIANI (orgs). Literatura: saberes em movimento. Belo Horizonte: CEALE,
Autêntica, 2007, p.57-68.
GOULART, C. Letramento e modos de ser letrado:
discutindo a base teórico-metodológica do estudo. 28ª Reunião Anual da
ANPED, GT 10: Alfabetização, Leitura e Escrita. Caxambu, 2005. In: www.anped.org.br
GOUVÊA, M. C. S. A criança e a linguagem. In: PAIVA, MARTINS, PAULINO, CORRÊA,VERSIANI (orgs). Literatura: saberes em movimento. Belo Horizonte:
CEALE, Autêntica, 2007, p.111-136.
GREGÓRIO FILHO, F. Práticas leitoras (de
cor...coração): algumas vivências de um contador de histórias. In: YUNES, E. Pensar a leitura: complexidade. São
Paulo: Loyola, 2002.
JOBIM E
SOUZA, S. Infância e Linguagem –
Bakhtin, Vygotsky e Benjamin. Campinas –São Paulo: Papirus, 1995.
JOBIM E SOUZA, S.
Linguagem, consciência e ideologia. In Oliveira, Zilma. A criança e seu desenvolvimento. São
Paulo: Cortez, 1995.
KAUFMAN,
A. M., RODRIGUEZ, M. E. Escola,
leitura e produção de textos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
KLEIMAN,
A. B. Os Significados do Letramento:
Uma nova perspectiva sobre a prática social da escrita. Campinas: Mercado de
Letras, 1995.
KRAMER,
S. Alfabetização, Leitura e Escrita:
Formação de professores em curso. São Paulo: Ática, 2001.
KRAMER,
S. Interregno In: KRAMER, S. Por entre
as pedras: arma e sonho na escola. São Paulo: Ática,1993.
MIGUEZ,
Fátima. Nas artes-manhas do imaginário
infantil, o lugar da literatura na sala de aula. Rio de Janeiro: Zeus,
2000.
MORTATTI, M.R.L. Os sentidos da alfabetização. São
Paulo: ENESP:CONPED, 2000.
NUNES,
L.B. Livro, um encontro com Lygia
Bojunga Nunes. Rio de Janeiro: Agir, 1988.
NUNES,F.
CORSINO, P. & KRAMER,S. Nos murais das escolas: leituras, interações e
práticas de alfabetização. In: KRAMER, S (org). Retratos de um desafio: crianças e adultos na Educação Infantil. São
Paulo: Ática, 2009, p.198-216.
OSWALD, M.L. Infância
e história: leitura e escrita como práticas de narrativa. In: KRAMER s e
LEITE, M. I (org) Infância: fios e
desafios da pesquisa. São Paulo: Papirus, 1996,p.57-72
PINO. A. As marcas do humano:as origens da constituição cultural da criança na
perspectiva de Lev.S. Vigotski. São Paulo: Cortez, 2005
SMOLKA,
A.L.B. A criança na fase inicial da
escrita: a alfabetização como processo discursivo. São Paulo: Cortez;
Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1989.
SOARES, M. A Reinvenção da Alfabetização. Presença
Pedagógica. v. 9, nº 52. Belo Horizonte, 2003.
SOARES, M. Alfabetização e letramento. São
Paulo: Contexto, 2003.
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros.
Belo Horizonte: Autêntica,1998.
TEBEROSKY, A. Aprendendo a escrever: perspectivas
psicológicas e implicações educacionais. São Paulo: Ática, 1994.
VYGOTSKY, L.S. A
pré-história da linguagem escrita. In VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 4ª edição.
1991, p.119-134.
ZILBERMAN, R. A literatura infantil na escola. São
Paulo: Global, 1981.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
|
||
CÓDIGO
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NOME
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|
Expressão
e Arte na Infância
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CARGA
HORÁRIA
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CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
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||||||
41
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Infância: imaginação e arte.
Infância e produção cultural contemporânea. Concepções de arte e suas
implicações segundo as abordagens teórico-metodológicas em arte-educação. A
construção da linguagem gráfico-plástica da criança de 0 aos 6 anos. Arte e
cultura: apreciar, conhecer, produzir. As crianças e a Arte: experiências
estéticas e expressivas com as artes visuais e plásticas, cinema, fotografia,
dança, expressão corporal e movimento, expressões dramáticas e teatro,
expressões rítmicas e musicais, literatura,
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Organização do trabalho
pedagógico: a observação e a escuta das crianças como referência para a
prática pedagógica com bebês e crianças pequenas; o planejamento na EI; organização da rotina e do ambiente para
a promoção da autonomia das
crianças nas diferente idades;
práticas de saúde e segurança; documentação e registros na EI.
A aprendizagem das
práticas sociais, construção
e ampliação do
conhecimento pela criança
nas creches e pré-escolas: conhecimento sobre o mundo social e a
natureza; conhecimento matemático;
jogos e brincadeiras no cotidiano
da Educação Infantil;
as artes visuais
e cênicas, a
música e o
movimento nos
processos de
formação estética na
construção da identidade das
crianças; cultura escrita,
letramento e literatura
infantil na creche e pré-escola; projetos de trabalho na Educação Infantil;
Educação Infantil e
diversidade: a inclusão de crianças com deficiências físicas, intelectual ou sensorial, com transtornos
globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação; alteridade e as relações de gênero,
|
BIBLIOGRAFIA
BARBOSA, A. M. (org.)
Arte-Educação: leitura no sub-solo.
São Paulo: Cortez, 1997.
BARBOSA, A. M. A
Imagem no Ensino da Arte. São Paulo: Perspectiva, 1991.
BARBOSA, A. M. O Ensino da Arte e sua História. São
Paulo: MAC/USP, 1990.
BENJAMIN, W. A obra
de arte na era da reprodutividade técnica. In: BENJAMIN, W Obras Escolhidas I - magia e técnica,
arte e política. São Paulo: Brasiliense, 1996.
BRITO, T. A. A música na Educação Infantil. São
Paulo: Peirópolis, 2003
CALVINO, I. Seis
Propostas para o Próximo Milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
EDWARDS,
C., GANDINI, L. & FORMAN, G. As
cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da
primeira infância. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
FUSARI, M. F.R.
& FERRAZ, M.H. Metodologia de Ensino de Arte. São
Paulo: Cortez, 1993.
FUSARI, M.F.R. & FERRAZ, M.H. Arte na educação escolar. São Paulo:
Cortez, 1992.
GOBBI, Márcia. As múltiplas linguagens de meninos e
meninas e a Educação Infantil. Anais do I Seminário Currículo em
Movimento Perspectivas atuais. Belo Horizonte, Faculdade de Educação-UFMG,
2010.
JOBIM E SOUZA, LOPES
& SANDER. A criação de narrativas na escola: uma abordagem através da
fotografia. In: PAIVA, A. (org.). No
fim do século: a diversidade.O jogo do livro infantil e juvenil. Belo
Horizonte: Autêntica, 2000.
KRAMER,S. &
LEITE, M.I. (org.). Infância e
Produção Cultural, Campinas: Papirus, 1998.
MACHADO, M.C. Exercícios de palco.Rio de Janeiro:
Agir, 1996.
MÁRSICO, L. O. A
criança e a música: um estudo de como se processa o desenvolvimento
musical da criança. Rio de Janeiro: Globo, 1982.
MÉREDIEU, F. O desenho Infantil. São Paulo:
Cultrix, 1981.
MOREIRA, A, A. O Espaço do desenho a educação do educador. São Paulo: Loyola,
1984.
OSTROWER, F. Criatividade e processos de criação.
Petrópolis: Ed. Vozes, 1978.
PILLAR, A. A Educação do Olhar. Porto
Alegre:Mediação, 1999.
RODARI, G. Gramática da fantasia. São Paulo:
Summus Editorial, 1982
SALGADO, R. Eu tenho
a força: os super-heróis mirins nos desenhos animados e na vida. In: SOUZA,
S.J. (org). Educação @ pós
-modernidade: ficções científicas & crônicas do cotidiano. Rio de
Janeiro: 7Letras, 2003.
SLADE, Peter. O jogo dramático infantil. São Paulo:
Summus Editorial, 1978.
SOUZA, Solange Jobim
e (org). Educação @ pós -modernidade:
ficções científicas & crônicas do cotidiano. Rio de Janeiro: 7Letras,
2003
STEINBERG, S. R.
& KINCHELOE, J. L. Cultura infantil: a construção corporativa da
infância. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
SZPIGEL, M. Artes em
Classes da Pré-Escola. In: CAVALCANTE,
Z. (org.). Arte na Sala de Aula,
Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.
VASCONCELLOS, Tânia
(org) Reflexões sobre infância e
cultura. Niteroi: EdUFF, 2008
VIEIRA DA CUNHA, S.R.( org ) Cor, som e
movimento. A expressão plástica, musical e dramática no cotidiano da criança.
Porto Alegre: Ed. Mediação, 1999.
VIGOTSKI, L.S. Psicologia da Arte. São Paulo:
Martins Fontes, 2001.
VIGOTSKI, L.S. Imaginação e criação na infância. São
Paulo: Ática, 2009.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
|
PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
|
||
CÓDIGO
|
NOME
|
|
Natureza
e Cultura: Conhecimentos e Saberes.
|
||
CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
34
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
As crianças e o conhecimento matemático:
observação, análise, planejamento e execução de atividades de exploração e
ampliação de conceitos e relações matemáticas: quantidades, medidas, formas e
orientações espaço-temporais. As crianças e o conhecimento do mundo físico e
natural: observação, análise, planejamento e execução de atividades que
possibilitem o contato, o conhecimento, o cuidado (a preservação) da
biodiversidade e a sustentabilidade da vida na Terra, bem como o não
desperdício dos recursos naturais. As crianças e o conhecimento do outro e do
mundo social: observação, análise, planejamento e execução de atividades que
possibilitem experiências sócio-afetivas, de planejamento, organização
pessoal e social e o cuidado com o coletivo; que despertem a curiosidade
acerca do mundo social e que levem a conhecer, produzir e inserir-se na(s)
cultura(s); que propiciem a interação e o conhecimento das manifestações e
tradições culturais brasileiras; que alarguem seus padrões de referência e de
identidades no diálogo e reconhecimento da diversidade. Projetos pedagógicos
articulados: análise, planejamento e utilização de diferentes fontes de
consulta e de registro (uso de computador, máquina fotográfica, projetores,
filmes/vídeos, instrumentos musicais, além das artes plásticas e visuais e da
escrita).
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Fundamentos históricos,
culturais e sociais do currículo de Educação Infantil.
Modelos e abordagens
curriculares de educação infantil: análise crítica e influências no Brasil;
Diretrizes curriculares
nacionais da educação infantil e decorrências para a prática pedagógica;
Currículo, conhecimentos,
saberes e práticas culturais na educação infantil.
Relações entre cultura,
subjetividade e currículo na educação infantil.
A criança e a indústria
cultural.
|
BIBLIOGRAFIA
BRIZUELA,
B. M. Desenvolvimento matemático na
criança: explorando notações. Porto Alegre: Artmed, 2006.
CERQUETTI-ABERKANE,
F., BERDONNEAU, C. O ensino da
Matemática na educação infantil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
CUBERES, M. T. G. et al. Educação
infantil e séries iniciais: Articulação para a alfabetização. Porto Alegre: Arte Médicas, 1997.
DANTE,
L. R.; Didática da matemática na
pré-escola. São Paulo: Ática, 1996.
DUHALDE,
M. E.; CUBERES, M. T. G.; Encontros
iniciais com a matemática: contribuições à educação infantil. Porto
Alegre: Arte Métricas, 1998.
FAYOL,
M. A criança e o número: da contagem à
resolução de problemas. Porto Alegre. Artes Médicas, 1996.
GOULART,
M.I.M. A
GOULART,
M.I.M.
GOULART,
M.I.M.; GOMES, M. F. C. A
KAMII,
Constance. A criança e o número.
Campinas: Papirus, 1986.
KRASILCHIK,
M. & MARANDINO, M.
MONTEIRO,
P. As crianças e o conhecimento
matemático:experiências de exploração e ampliação de conceitos e relações
matemáticas. In: Anais do I Seminário
Currículo em Movimento Perspectivas atuais. Belo Horizonte, Faculdade de
Educação-UFMG, 2010.
TOLCHINSKY,
L. Desenhar, escrever, fazer números. In TOLCHINSKY, L. Além da alfabetização. São Paulo. Ática, 1995.
VIGOTSKI.
L.S. A construção do pensamento e da
linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 2000, 151-241.
ZABALZA,
M. A. Qualidade em educação infantil.
Porto Alegre: Artmed, 1998.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
|
PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
|
||
CÓDIGO
|
NOME
|
|
Processo
de Inclusão na Educação Infantil
|
||
CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
17
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Atividades que privilegiem o
ensino/aprendizagem de indivíduos que apresentem necessidades especiais de
aprendizagem, problematizando termos como dificuldades de aprendizagem, educação especial, educação inclusiva, Inibição cognitiva, modalidades de aprendizagem, sexualidade e deficiência, Síndrome de Down, Transtorno do
Déficit de Atenção e Hiperatividade na
educação infantil.
|
METODOLOGIA
|
Aulas expositivas e
dialogadas.
Leitura e discussão de textos escritos e audiovisuais
Narrativas dos cursistas de suas práticas cotidianas na educação
Entrevistas com outros
profissionais da educação
infantil
Aulas-passeio
Atividades conjuntas com familiares das crianças
Escuta e registro das falas e produções das crianças
Produções textuais
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
Hiperatividade
na educação infantil.
|
BIBLIOGRAFIA
BENJAMIN, W.. A criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Summus, 1984.
BORBA, A. A brincadeira como experiência de
cultura. In: CORSINO (org). Educação
Infantil: cotidiano e políticas. Campinas: SP: Autores Associados, 2009,
p.69-78.
BORBA, A. M. O brincar como um modo de ser
e estar no mundo. In: MEC/SEF. Ensino
Fundamental de Nove Anos: orientações para a inclusão das crianças de seis
anos de idade. Brasília: Ministério da Educação, 2006.
BROUGERE, G. Brinquedo e cultura. São Paulo: Cortez, 1994.
BROUGERE, G. Brinquedo e companhia. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
CORSARO, W. A reprodução interpretativa do
brincar ao faz de conta das crianças. In: Educação, Sociedades & culturas. Lisboa, Afrontamento, 2002,
n. 17.
DEBORTOLI, J.A. Linguagem: marca da
presença humana no mundo. In: CARVALHO, SALLES e GUIMARÃES (org.) Desenvolvimento e Aprendizagem. Belo
Horizonte: UFMG, 2002.
DEBORTOLI, J.A. Infância e Educação
Infantil: reflexões e lições. Revista
de Educação nº 34, maio de 1998. PUC- Rio.
FERREIRA; M.. Do “avesso” do brincar ou… as
relações entre pares, as rotinas da cultura infantil e a construção da(s)
ordem(s) social(is) instituinte(s) das crianças no Jardim da Infância. In:
SARMENTO, M. & CERISARA, A. (org.) Crianças
e miúdos: perspectivas
sociopedagógicas da infância e educação. Porto: Asa, 2004
GOUVEA, M.C.S. Infância, sociedade e
cultura. In: DIAS, Fátima (org.) Aprendizagem
e desenvolvimento. Belo Horizonte: UFMG; 2002.
KISHIMOTO, T. M. (org.) Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez,
1998.
KISHIMOTO, T. M. (org.).O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira Thompson Learning,
2002.
KISHIMOTO, T. M. Brinquedo e brincadeira na Educação Infantil. In: Anais do I Seminário Currículo
em Movimento Perspectivas atuais. Belo Horizonte, Faculdade de Educação-UFMG,
2010.
TONUCCI, F. Com Olhos de Criança. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
WAJSKOP, G. Brincar na pré-escola. São Paulo: Cortez, 2001
VYGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente, São Paulo, Martins Fonte, 1999
VYGOTSKY, L.S. A brincadeira e o seu papel no desenvolvimento psíquico da criança.Tradução
de Zoia Prestes. Rio de Janeiro: Revista Virtual de Gestão de Iniciativas
Sociais, nº11, julho de 2008. In: http://www.ltds.ufrj.br/gis/anteriores/rvgis11.pdf.
|
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
|
PROGRAMA DE DISCIPLINAS
|
DISCIPLINAS
|
||
CÓDIGO
|
NOME
|
|
Alvoroço de História –
Oficina
|
||
CARGA
HORÁRIA
|
CRÉDITOS
|
ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
|
ANO
|
||||||
T
|
P
|
E
|
TOTAL
|
||||||
17
|
|||||||||
EMENTA / OBJETIVOS
|
Repertório de histórias da narrativa
oral e escrita; arte de contação de histórias e processo de revelação de
memórias afetivas.
|
METODOLOGIA
|
No
tratamento teórico-metodológico:
Na prática da contação de histórias:
|
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
|
|
BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, Liane, ARAPIRACA, Mary (org). Textos
da Tradição Oral na Alfabetização. Salvador: EDUFBA, 2011.
BENJAMIN, W. O
narrador – Considerações sobre a Obra de Nikolai Leskov. In Obras
Escolhidas. São Paulo: Editora Brasiliense, 2008, p. 197-221.HAMPATÊ BÁ, Amadou. A tradição viva. In: História Geral da África I, Metodologia e pré-história da África. Págs 167-212. Editado por Joseph Ki-Zerbo, 2ª Ed. Brasília, UNESCO, 2010. KOCH, Ingedore. O texto e a construção dos sentidos. 10ed. São Paulo: Contexto, 2011. LIMA, Francisco Assis de Sousa. Conto Popular e Comunidade Narrativa. 2ª. São Paulo: Terceira Margem; Recife, Editora Massangana, 2005. MACHADO, Regina. Acordais: Fundamentos teórico poético da arte de contar histórias. São Paulo: DCL, 2004. MATOS, Gislayne Avelar, SORSY, Inno. O ofício do contador de histórias. São Paulo: Martins Fontes, 2005. MATOS, Gislayne Avelar. A palavra do contador de histórias: sua dimensão educativa na contemporaneidade. São Paulo: Martins Fontes, 2005. RIBEIRO, K. Deslegitimação da fala dos contadores de histórias tradicionais. Publicado nos anais do IX Jogo do Livro/III Fórum Íbero-americano de Letramentos e Aprendizagem. UFMG. Belo Horizonte. 2011. Bibliografia Complementar
BUSATTO,
Cléo. A Arte de Contar Histórias no século XXI. Rio de Janeiro,Editora
Vozes, 2006BOBBIO, Norberto. O Tempo da Memória. Rio de Janeiro:
Campus, 1997.
COELHO, Betty. Contar historias: uma arte sem
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DEWEY, John. “Pedagogos y Pedagogías”. In:
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Luis Ernesto Solano Gutiérrez.
ESTÉS, Clarissa Pinkola. O dom da história:
uma fábula sobre o que é suficiente. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
TAHAN, Malba. A Arte de Ler e Contar Histórias.
Rio de Janeiro: Conquista. 1961.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
SUPERINTENDÊNCIA
ACADÊMICA
SECRETARIA GERAL DOS CURSOS
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PROGRAMA DE DISCIPLINAS
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DISCIPLINAS
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CÓDIGO
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NOME
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CARGA
HORÁRIA
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CRÉDITOS
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ASSINATURA
DO CHEFE DO DEPARTAMENTO
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ANO
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T
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P
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E
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TOTAL
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EMENTA / OBJETIVOS
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METODOLOGIA
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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
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BIBLIOGRAFIA
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